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Projeto JB Jazz volta no dia 05/06

maio 28, 2008

 

 

A terceira edição do Projeto JB Jazz retorna neste dia 05 de junho no JB Pub em Balneário Camboriú. O projeto de jazz é uma parceria entre o JB Pub e o Mundo47, nesta edição, a banda tradicional do projeto, Samburá entra como parceira e volta ao palco do JB, para uma noite recheada de hits do jazz mundial e também mostrará o seu trabalho autoral.

 

A Samburá é formada por jovens músicos de Balneário Camboriú e Itajaí, gente local que não perde em nada para gente de outras partes do Brasil. No menu de hits, sons de John Coltrane, Miles Davis, Duke Ellington, Eumir Deodato, Hermeto Pascoal, Dr. Cipó e grandes nomes da música instrumental do Brasil e exterior.

Serviço:

JB Jazz – banda  Samburá
Local: JB PUB – Balneário Camboriú
Horário: 22h30
Dia: 05/06
Ingressos: R$ 8
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II JB Jazz rola no dia 08 em Balneário

maio 2, 2008

 

 
O projeto JB Jazz volta neste mês de maio com sua segunda edição. Trazendo os melhores músicos da música instrumental de Itajaí e região, o jazz está garantindo seu espaço em pelo menos uma quinta-feira por mês no JB Pub de Balneário Camboriú. A banda Samburá, de Itajaí, estará novamente no palco da casa para mais uma apresentação com os melhores standarts do jazz mundial.
 
A Samburá  é formada por músicos jovens, porém experientes da cena musical de Itajaí e é formada por Evandro Hasse (metais), Duda Cordeiro (contrabaixo), Eliezér de Jesus (piano), Mário Jr. (bateria) e Cláudio Pereira (guitarra). Nesta edição, a convidada especial da noite é a cantora catarinense Giana Cervi, que interpretará grandes sucessos cantados por divas do jazz, como Ella Fritzgerald, Sarah Vaughan e Billie Holliday.
 
Serviço:
JB Jazz com Samburá e Giana Cervi
Horário: 22h
Ingressos: R$ 8 masculino e feminino
Dia: 08/05/2008
 
Reservas: (47)8835-7730
 
 
JB Pub – Avenida Rui Barbosa, 580 – Estrada da Rainha – Praia dos Amores – Antigo John Bull – Balneário Camboriú-SC
 
 
 
Biografia – Giana Cervi
 
 
A cantora iniciou em bandas religiosas ainda na adolescência. A afinidade com a arte lhe estimulou na escolha pela profissão de fonoaudióloga e a prática em corais e grupos de manifestação popular auxiliaram em seu processo de formação, o resultado: distintas tendências e estilos artísticos. Giana destacou-se como solista, no musical ‘Lendas da Ilha’, dirigido pelo cantor e compositor Oswaldo Montenegro, no ano de 2000. Posteriormente, participou da gravação do CD com a trilha sonora do mesmo espetáculo. Em 2001, Giana Cervi fez a abertura do show de Renato Borghetti no 4º Festival de Música de Itajaí. Na 10ª edição do Festival de Música, em 2007, abriu o show de Gal Costa. Sua formação como Fonoaudióloga, pós-graduada em Musicoterapia, proporciona subsídios para o desenvolvimento do trabalho como cantora, arte-educadora e professora de canto, segmento no qual também atua, desde 2002.
 
Site: www.gianacervi.com.br
 
 

É hoje: Mundo47 e JB Pub realizam o I JB Jazz

abril 10, 2008

Nesta quinta-feira – JB Jazz

 

Numa grande parceria com o JB Pub, de Balneário Camboriú, o site Mundo47 e o JB Pub apresentam um evento que faltava na nossa região.

o JB Jazz

A idéia é uma vez por mês, trazer para o Pub, sempre numa quinta-feira, vários músicos da música instrumental de Itajaí e região.

Os primeiros convidados são os músicos da banda Samburá

o grupo é famoso por promover famosas jams em Itajaí e traz no seu cast de grandes músicos, Arnou de Melo no baixo, Evandro Hasse nos metais, Claudio Pereira na guitarra, Mário Júnior na bateria e Chico Preto na percussão.

JB Jazz
Quinta-feira – 10 de abril/2008
Horário: 22h
Ingressos: R$ 8
Reservas: (47) 8835-7730

JB Pub
Avenida Rui Barbosa, 580 – Estrada da Rainha – Praia dos Amores – Antigo John Bull – Balneário Camboriú-SC

MUNDO47
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Informações: (47)8825-9246

Resenha: Bárbara Damásio canta Chico – 06/04

abril 7, 2008

A jovem cantora Bárbara Damásio, 21 anos, de Itajaí, subiu ao palco do Teatro Municipal na noite deste domingo para mais uma edição do seu “Bárbara canta Chico”. Quem esteve no Municipal teve a chance de ouvir uma das mais belas vozes da região, que com o tempo e trabalho pode ser destaque em todo país.

Se no repertório de Chico Buarque sobram composições espetaculares e populares que facilitam a escolha do repertório para uma homenagem com garantia de sucesso, certamente não é qualquer artista que consegue interpretá-las com a qualidade que Bárbara o fez.

Além disso, a cantora resolveu fugir das mais convencionais, e claro, não menos brilhantes composições de Chico. Bárbara foi extremamente feliz na escolha das canções. Quem já teve a oportunidade de vê-la cantando há algum tempo e assistiu ao show deste domingo, certamente percebeu o amadurecimento da cantora, que aos poucos vai abandonado o esteriótipo “gritante” das jovens cantoras da MPB – que mais parecem cópias em série de Elis Regina – e assumindo um estilo próprio, “gastando” sua voz na medida certa, o que como uma mera ouvinte de MPB considero raro e o mais difícil de se ouvir.

Os convidados também foram uma escolha acertadíssima. Com uma irreverência e com um estilo mais do que próprio de interpretar a passagem de Chico Preto pelo palco foi veloz, mas marcante. Não só pela interpretação irreverente e divertidíssima em “Biscate”, mas também porque livrou Bárbara do nervosismo aparente do início da apresentação. O mesmo aconteceu com a entrada de Giana Cervi no palco. Giana – que dispensa qualquer comentário – tem uma presença de palco contagiante o que mais uma vez contribuiu para que Bárbara relaxasse.

O que faltou? Na minha visão faltou direção e comunicação com a platéia. As canções poderiam ser melhores distribuídas. Houve uma seqüência relativamente longa de canções mais densas de Chico criando um clima intimista ao extremo em certos momentos e a diversão – com exceção da participação de Chico Preto logo no início –  ficou reservada mais para o final da festa.

Se a voz de Bárbara “dá e sobra” para cerca de uma hora e meia de Chico Buarque – que ressalto mais uma vez ser um mérito para qualquer intérprete de renome, ainda mais para uma artista tão jovem – faltou comunicação, com o público e com a própria banda.

A platéia queria Bárbara, pedia por ela, mas a menina pouco falou. Fora alguns tímidos “obrigada”, Bárbara deixou para o final uma fala rápida de agradecimentos, algo mais burocrático, parecia estar temendo uma platéia que – ao menos ao meu redor – era só elogios, mas pedia um pouco mais de atenção. Mas não foi somente a falta de diálogo, o corpo também precisa falar e o de Bárbara estava meio quieto, inseguro, coisas que só o tempo é capa de trazer.

Por isso, considero que apesar da falta desta direção, “Bárbara canta Chico”, foi um espetáculo muito bom, pois no final, a interpretação das canções superou estas falhas e fez com que o público saísse satisfeito e muita gente comentando que ainda queria mais.

Acredito que o mais importante a se falar é que quando Bárbara subiu ao palco neste domingo ela assumiu um compromisso com a platéia. O compromisso de melhorar cada vez mais suas interpretações, de seguir na escolha de um bom repertório e de interagir melhor com o público que tanto a admira. E isto é simplesmente fantástico. Nas raras produções regionais que se vê ultimamente com clássicos da MPB a grande vontade é mesmo de ir para casa e dormir, algo que certamente não aconteceu neste domingo.

Texto: Fabricia Prado – Jornalista
Foto: Guilherme Meneghelli