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Belas imagens do show de Bárbara Damásio

abril 9, 2008

Aqui no Mundo47, a jornalista  Fabrícia Prado fez um belo texto sobre o show de Bárbara Damásio, que rolou no último domingo no Teatro Municipal de Itajaí. Agora vou postar o link do blog de Guilherme Meneghelli, que clicou imagens fantásticas do show da cantora de Itajaí. Confira!

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Resenha: Bárbara Damásio canta Chico – 06/04

abril 7, 2008

A jovem cantora Bárbara Damásio, 21 anos, de Itajaí, subiu ao palco do Teatro Municipal na noite deste domingo para mais uma edição do seu “Bárbara canta Chico”. Quem esteve no Municipal teve a chance de ouvir uma das mais belas vozes da região, que com o tempo e trabalho pode ser destaque em todo país.

Se no repertório de Chico Buarque sobram composições espetaculares e populares que facilitam a escolha do repertório para uma homenagem com garantia de sucesso, certamente não é qualquer artista que consegue interpretá-las com a qualidade que Bárbara o fez.

Além disso, a cantora resolveu fugir das mais convencionais, e claro, não menos brilhantes composições de Chico. Bárbara foi extremamente feliz na escolha das canções. Quem já teve a oportunidade de vê-la cantando há algum tempo e assistiu ao show deste domingo, certamente percebeu o amadurecimento da cantora, que aos poucos vai abandonado o esteriótipo “gritante” das jovens cantoras da MPB – que mais parecem cópias em série de Elis Regina – e assumindo um estilo próprio, “gastando” sua voz na medida certa, o que como uma mera ouvinte de MPB considero raro e o mais difícil de se ouvir.

Os convidados também foram uma escolha acertadíssima. Com uma irreverência e com um estilo mais do que próprio de interpretar a passagem de Chico Preto pelo palco foi veloz, mas marcante. Não só pela interpretação irreverente e divertidíssima em “Biscate”, mas também porque livrou Bárbara do nervosismo aparente do início da apresentação. O mesmo aconteceu com a entrada de Giana Cervi no palco. Giana – que dispensa qualquer comentário – tem uma presença de palco contagiante o que mais uma vez contribuiu para que Bárbara relaxasse.

O que faltou? Na minha visão faltou direção e comunicação com a platéia. As canções poderiam ser melhores distribuídas. Houve uma seqüência relativamente longa de canções mais densas de Chico criando um clima intimista ao extremo em certos momentos e a diversão – com exceção da participação de Chico Preto logo no início –  ficou reservada mais para o final da festa.

Se a voz de Bárbara “dá e sobra” para cerca de uma hora e meia de Chico Buarque – que ressalto mais uma vez ser um mérito para qualquer intérprete de renome, ainda mais para uma artista tão jovem – faltou comunicação, com o público e com a própria banda.

A platéia queria Bárbara, pedia por ela, mas a menina pouco falou. Fora alguns tímidos “obrigada”, Bárbara deixou para o final uma fala rápida de agradecimentos, algo mais burocrático, parecia estar temendo uma platéia que – ao menos ao meu redor – era só elogios, mas pedia um pouco mais de atenção. Mas não foi somente a falta de diálogo, o corpo também precisa falar e o de Bárbara estava meio quieto, inseguro, coisas que só o tempo é capa de trazer.

Por isso, considero que apesar da falta desta direção, “Bárbara canta Chico”, foi um espetáculo muito bom, pois no final, a interpretação das canções superou estas falhas e fez com que o público saísse satisfeito e muita gente comentando que ainda queria mais.

Acredito que o mais importante a se falar é que quando Bárbara subiu ao palco neste domingo ela assumiu um compromisso com a platéia. O compromisso de melhorar cada vez mais suas interpretações, de seguir na escolha de um bom repertório e de interagir melhor com o público que tanto a admira. E isto é simplesmente fantástico. Nas raras produções regionais que se vê ultimamente com clássicos da MPB a grande vontade é mesmo de ir para casa e dormir, algo que certamente não aconteceu neste domingo.

Texto: Fabricia Prado – Jornalista
Foto: Guilherme Meneghelli

Fim de semana Rock and roll

abril 7, 2008

Ufa!

Que fim de semana. Totalmente rock and roll. Iniciado na sexta, no Donna D, para ver o Matanza e terminei ontem no show da Bárbara Damásio, em Itajaí. Mas vamos falar da sexta. O show do Matanza é aquele esporro mesmo. Não tem jeito. Fiquei com dó de ver o Kaiser e o Biz ultrapreocupados com o avanço da torcida. Mr. Jimmy não quis nem saber e foi um petardo atrás do outro. O público em si era formado pelo pessoal da camisa preta. Fui a caráter para não ser identificado com o objeto estranho no ninho. Antes, eu e o Fábio Couto demos um rolê na frente do Donna D para distribuir material do Mundo47 Festival. Foi muito bom. Distribuímos um maço de 500 flyers e na saída do show do Matanza, lá pelas 3h, vimos poucos flyers jogados no chão, sinal que o povo gostou.

No sábado eu conferi uma night com a patroa no JB Pub. A banda mineira vitrolas estava tocando nesta noite e mesclaram seu pop rock (bem rock na verdade) com clássicos do rock, afinal, sabadão no JB Pub é dia de bandas que tocam clássicos, não tem jeito, o povo pede e o povo ganha. E ganhou uma boa banda executando muito bem as músicas. O produtor da banda veio falar comigo e me deu discos e DVDs dos caras para distribuir para colegas do jornalismo. O produtor da banda é a cara do Jack Black, do filme Escola do Rock, o cara é igualzinho.

E no domingo o dia foi de Chico Buarque na voz de Barbará Damásio no Teatro Municipal de Itajaí. Minha amiga Natália Uriarte que tava produzindo e seu marido, Evandro Hasse, tava nos metais e barulhinhos no palco. Barbará canta muito bem e estava acompanhado de ume excelente naipe de músicos. Além de Evandro, Oliver Desidério no piano, Duda Cordeiro no contrabaixo (excelente!) e Goe na bateria. Participaram do show a cantora Giana Servi e Chico Preto. Três dias musicais e tem mais ainda esta semana no JB Jazz, no JB Pub – uma promoção do Mundo47 e do JB Pub de Balneário Camboriú, não tem como perder!