Revista Válvula Rock só online

Hoje conversei com Flávio Roberto de Oliveira, jornalista da revista Válvula Rock, de Itajaí que me informou que a revista Válvula irá se tornar apenas uma publicação online, praticamente deixando de existir fisicamente. Flávio e seu irmão mais novo, Anderson Oliveira, tocam uma publicação que em todas as suas edições, trouxe artistas do rock catarinense e são grandes estusiastas das boas e novas bandas do cenário nacional. Segundo Flávio, o site atual da revista será remodelado para receber melhor as reportagens na forma online.

Conheça a Revista Válvula Rock: http://www.valvularock.com.br/

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2 Respostas to “Revista Válvula Rock só online”

  1. Rômulo Mafra Says:

    eita mercado editorial de bosta, este nosso, hein??

  2. Mauro Dias Says:

    Sabem aquela época onde os músicos ainda eram músicos, os roqueiros ainda eram roqueiros?

    Aquela época que multidões cantavam letras de cor, sentiam a música. E cada cabeludo ou careca tinha sua banda preferida, seu guitarrista preferido. As letras se tornavam parte da sua própria existência.

    Houve uma época que os mitos valiam mais do que a realidade. Mas ainda assim éramos mais felizes. Há uma banda hoje no Brasil em que eu enxergo grandes mitos e grandes hits.

    Um baterista que faz tudo o que se pode fazer em uma bateria, e mais um pouco.

    Um baixista com cara de louco, que mexe as cordas como se fosse uma mulher.

    Dois guitarristas empunhando uma Les Paul cada. Uma preta e uma dourada. Um fazendo bases harmoniosas, como se fossem brincadeiras. O outro solando como se fosse um bruxo do rock, com seu rosto introspectivo, e seus dedos velozes, fazendo cordas e mulheres gritarem.

    E à frente, liderando o espetáculo, um vocalista alucinado, alucinante, carismático, cantando letras que se transformam em hinos e alcançando agudos como um anjo, um anjo mau.

    Parece familiar??

    Pode parecer, mas é tudo novinho. Essa banda que me tocou tanto com letras como “…Somos filhos do Rock´n Roll, somos grandes vencemos a dor…” e “…eu vejo a dor de um pai vendo seu filho morrer por outra pátria mal-amada que nem nos dá o que comer…”, se chama MÁRMORE DE CARRARA. Mas será que hoje em dia as gravadoras procuram conteúdo? Vamos esperar pra ver.

    Mauro Dias

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