Histórias dos Tschumistock´s do passado

Falta uma semana para o início do 13º Tschumistock. Todo o mês de novembro, com ou sem chuva, milhares de jovens de todo o Estado rumam para Rio do Sul, berço do Tschumistock, um dos mais tradicionais festivais de rock. A partir de hoje, todos os dias, eu estarei colocando algumas imagens sobre Tschumistocks do passado. Tirando o Rafael Tschumi, o organizador da parada, eu sou a pessoa que mais tirou fotos em toda a história do festival. A minha história começou em 1997, quando filmei o festival em VHS. Depois em 1998, já estudante de jornalismo da Univali, me aventurei em coberturas fotográficas do evento. Com filme e revelação á vontade, debulhei vários clicks nos shows. Hoje separei três imagens do ano de 1998, quando o festival iniciou sua escalada, começou a ficar grande, ou maior do que era, e tinha 20 bandas escaladas. O palco cedido pela Prefeitura, era pequeno, mas muito maior do que a organização tinha disponível até então. Não me lembro de chuvas em 1998, porém a ventania quase acabava com a festa da galera. 

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Marcelo Mancha, banda Euthanásia. Estudei com o Mancha na Univali e lá eu botei pira para que ele tocasse com sua banda de hardcore no festival. Eu sabia que o Mancha era o cara em Floripa e São José e de cara me ofereceu outras tantas bandas como Ambervisions, Los Chick Magnets e Epitaph. Convenci a organização e um buso rumou para Rio do Sul para o Tschumistock. Os 48 ficaram de cara com a organização do evento e adoraram. A Euthanásia tocou em outras duas ocasiões depois desta. É uma excelente banda e que não vejo mais falar neles. Mancha! Manda um alô ai meu caro!

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Los Chick Magnets. Essa foto da para ter a real noção de como era o palco em 1998. Usado em eventos pela Prefeitura de Rio do Sul, este palco era precário e o baterista ficava numa situação que, a qualquer momento, poderia virar e cair para trás. Los Chick Magnets é mais uma idéia bizarra de Guilherme Zimmer, Amexa e Arioli. O trio causou espanto na mente da metaleiragem adquirida ao entrar no palco com macacões de mecânico e óculos de soldador. Surf music violenta, guitarradas na cabeça e um dos únicos shows realizados pelas galinhas magnéticas.

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Epitaph: Florianópolis e uma banda de família. Os irmãos Andrei e Alexei Leão (baixo e vocal respectivamente), os irmãos D´Avila (guitarra e bateria) e o primo dos Leão, Otto Novaes, mostrando o som de uma das melhores bandas de heavy metal que existiu em SC. A Epitaph não existe mais, mas esses caras são junkies e já estiveram em três tschumistocks. No primeiro vieram de busão, junto com os 48, nos anos seguintes, a festa era vir num Gol apertado com instrumentos, pessoas e bebidas. Uma festa. O show de 1998 foi muito bom e a massa headbanger adorou o metal dos guris.

É isso.

Quero ver se até sexta-feira, dia 09, início do Tschumistock, eu consiga postar mais algumas fotos históricas deste importante festival de róque de SC.

Saiba mais: www.tschumistock.com.br

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4 Respostas to “Histórias dos Tschumistock´s do passado”

  1. Leleh Says:

    Só sozeira…. não cheguei a conhecer Los Chicks Magnets… mas as outras bandas que você comentou são fodas!!

    Este ano o Tschumi promete mais uma vez…
    Era isso!

  2. Leleh Says:

    melhor… eram fodas…. =P

  3. Xei Says:

    Porra Weiss, desenterrou essas ai!!!!!
    Muito massa, hehehe
    abraço

  4. Luciane Says:

    alguem tem noticia do Mancha????

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