Liss é a aposta do Alto Vale

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ED: Henrique,  Giulle, Marcelo e Rodrigo: Liss em ação

Eu estive em Rio do Sul no último fim de semana e tomei a liberdade, sem mesmo ter ouvido alguém, escrever sobre a banda Liss. Fazer um post sobre a banda hoje foi a partir de uma conversa com meu amigo Sergey. Eu morei um bom tempo em Rio do Sul e lá, vi muitas bandas covers (excelentes, diga-se de passagem), surgirem nas festinhas na cidade das pontes (como tem ponte naquela cidade). A surpresa para mim veio recentemente, quando conheci a banda Liss.

 Formada por quatro colegas, Guiulle Aquino (voz, violão e guitarras);  Henrique Marquez (baixo e voz);  Marcelo “Marça” Petters (Bateria) e  Rodrigo Fronza (guitarras, voz e synths), a banda despontou em 2005 no Festival Claro que é Rock, quando foram selecionados para abrirem e concorrerem no festival.  Logo em sua terceira apresentação, a banda abre o show do Placebo e só perdem a nem tão saudável competição com outras bandas de SC, pois uma suspeita contagem de votos deu a vitória para a banda Spiegel, a mais vaiada da noite. Isso não tirou o brilho e a energia dos garotos do Alto Vale, que produzem um som forte e vibrante.

Em seu release, o pessoal da Liss define bem o que oferece de bom para o ouvinte. Riffs mágicos, rock alternativo, pop e letras intensas e o mínimo possível de rótulos, um casamento perfeito, pois hoje assistimos as bandas se encorporarem em rótulos desgastados. A mídia contribui muito com isso e para o pessoal da Liss, fazer rock com simplicidade e melodia, é um desafio facilmente superado. As influências são do rock sessentista e da psicodelia, aliados a elementos das guitar bands e do rock inglês dos anos noventa, é o mais próximo do rótulo que conseguem obter, tamanho o seu significado. Liss é atualmente a jóia de ouro do Alto Vale e deve ser muito bem preservada. Uma banda que realiza poucas apresentações, principalmente pela dificuldade do público em assimilar novas idéias. O público do rock é extremamente conservador e se ele passa anos e anos ouvindo somente uma coisa, ele quer sempre que tenha um guitarrista detonador, um vocalista alcólatra e um baterista problema. Talvez seja por isso que muitas bandas do interior são obrigadas a se apresentarem fora de seus domínios.

Na agenda dos riosulenses, dos poucos shows programados, dois são na terrinha. Um no bar Garympus, em frente a universidade local e o segundo é a tradicional apresentação da Liss no Sítio do Tschumi (Tschumistock 2007).

Conheça mais a banda e escute as músicas em: 

Mp3/Fotos/Vídeos e outras Informações: http://www.liss.com.br

Myspace:
http://www.myspace.com/lisscombr

Ouça: Black Tie e todas as outras, claro.

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