
Finalmente chegam ao Brasil, dois filmes que retratam a história de uma das bandas mais enigmáticas do pop, Joy Division, que durante três anos teve em sua tônica a angústia traduzida em sua música. Com uma carreira comercial tímida, o Joy Division gravou dois álbuns e depois do suicídio de Ian Curtis, os remanescentes montaram o New Order, com um amplo sucesso comercial.
Nesta semana, acontece o lançamento do filme “Control” de Anton Corbijn, que retrata a vida de Ian Curtis e do documentário “Joy Division”, de Grant Gee, que reforça ainda mais o mito do Ian Curtis e Joy Division como uma peça central chave no movimento punk do final dos anos 1970. Ambos os filmes entram no circuito comercial dos cinemas brasileiros, nem todos os cinemas claro, mas nos principais, as salas terão exibições de Control e Joy Division.
“Control” é uma cinebiografia que aposta mais na força de suas imagens do que na forma de contar a história. Corbijn, que fez sua estréia como diretor em um longa, é mais conhecido como fotógrafo (fez trabalhos históricos com U2, Depeche Mode e o próprio Joy Division) e videoclipes (em 1988, filmou uma versão especial de “Atmosphere”, um clássico da banda de Ian Curtis.
Já “Joy Division”, de Grant Gee, traz todos os bastidores da história que foi contada em “Control”. Começa com um retrato do cinza pós-industrial de Manchester, a cidade-natal da banda, e desfia todo o processo musical de construção do Joy Division e de destruição pessoal de Ian Curtis.
Tags: cinema, control, ian curtis, joy division, new order
Maio 24, 2008 às 2:53 am |
Joy Division é muito foda… o filme CONTROL nao fica por menos!!! é ANIMAL… e vai mostrar pra muito do RADIOHEAD o que é depressao de verdade….